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A Vulnerabilidade Que Impulsiona!

  • 15 de maio de 2019

A Vulnerabilidade Que Impulsiona!

 

“Por que diabos eu apresentaria meus defeitos a alguém?!” 

 

Se você concordou com o pensamento acima, está na hora de descobrir de qual medo você está fugindo, e enfrentá-lo de uma vez por todas! 

 

Isso mesmo: medo. 

 

Evolutivamente, há alguns milhares de anos, o ser humano se perpetuou a partir do momento que aprendeu a viver em bando. Conseguir a aceitação social neste cenário era fundamental para permanecer no grupo e, consequentemente, ter maior chances de sobrevivência. 

 

Então por que ainda hoje existe tanto receio do julgamento dos outros, mesmo numa sociedade muito mais segura e organizada? 

 

Porque a forma de se organizar socialmente mudou, mas o DNA de quem aprendeu a se preocupar com o que o outro pensa e a buscar aprovação social foi amplamente propagado e habita (em maior ou menor intensidade) cada leitor e não-leitor deste texto. 

 

Viver a vida da forma que ela merece ser vivida (com experiências, intensidade e evolução contínua), exige coragem. Todo progesso que existe hoje (infraestrutura, comunicação, organização, conhecimento, entre outros) só foi possível graças a homens e mulheres que com coragem se expuseram a incertezas, aprenderam com as dificuldades e conduziram – cada um sua parte e à sua maneira – a evolução do mundo. Esconder-se na caverna pode parecer bom, gostoso e quentinho, mas ficar nessa ilusória ‘zona de conforto’ surpreendentemente não deixa ninguém feliz. Aliás, essa é a maneira que a natureza sabiamente garante a evolução. 

 

“Esconder-se na caverna pode parecer bom, gostoso e quentinho, mas ficar nessa ilusória ‘zona de conforto’ surpreendentemente não deixa ninguém feliz.”

 

Melhorar o mundo sozinho não dá; mas juntos, já está comprovado que conseguimos. O que não faz sentido é manter o bumbum no sofá enquanto cada um faz a sua parte. Afinal, você não está aqui a passeio ou para ser servido, certo? Então faça jus à sua existência! 

 

Permita-se devidamente ponderar a opinião de quem, sem nunca ter assumido suas vulnerabilidades, escolhe ocupar um lugar barato na plateia para criticar quem está sob os holofotes, ao invés de se expor no palco da vida. 

 

Em contrapartida, colher feedbacks de quem já esteve em campo, enfrentou e venceu os desafios pelos quais você possivelmente vai enfrentar, é útil e valioso para você cumprir seu papel. 

 

Ao escolher tomar riscos, você se entrega à vulnerabilidade e coloca ativamente o aprendizado em suas próprias mãos, sem depender do acaso fazer com que alguém venha lhe ensinar. É uma busca ativa pela experiência, com o olhar atento para evolução. 

 

“Ao escolher tomar riscos, você se entrega à vulnerabilidade e coloca ativamente o aprendizado em suas próprias mãos”

 

Mostrar-se vulnerável é se entregar ao desconhecido com o risco de exposição emocional, ainda que não se tenha controle sobre os resultados. Parece contra intuitivo, mas é exatamente assim, enfrentando o desconforto e conquistando a devida resiliência, que você vai alcançar o orgulho e a satisfação de estar vivendo e construindo seu melhor legado! 

 

Se não hoje, quando?! 

 

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